terça-feira, 15 de novembro de 2011

Poema Lunar

Ao som da Lua e do panteão de estrelas celestiais,
saímos às bacanais, saturnais, e cantamos, bestiais,
a vida e o correr para a morte, que chega sempre
e que nunca se faz tola ou mera viúva inocente...

Ao som da Lua eu vou citar um poema lunar, baby




Eu vou citar um poema lunar,
criar um amor novo pra mim,
tecer elogios ao beijo solar
e rezar para, enfim, a noite chegar!

Eu vou criar a Lua pra mim,
fazer amor com o escurecer,
beijar os fiapos áureos de cetim
e viver como se nunca fosse fim!

Vou citar um poema lunar!
Rezar para a noite chegar,
chegar e provar o sexo do Luar!
Citarei a Lua no meu poema
e não haverá fogo nem pena
que o possa apagar, apagar!

Eu vou citar um poeta morto
e vou fazer amor sem chorar,
porque cansei do coração roto
por amores de ímpeto torto!

Eu vou te citar no final
e dizer que doeu aquela noite,
mas que senti gana sexual
de mais uma vez ser teu animal!


Vou citar um poema lunar!
Rezar para a noite chegar,
chegar e provar o sexo do Luar!
Citarei a Lua no meu poema
e não haverá fogo nem pena
que o possa apagar, apagar!

Vou citar um poema ao luar,
fazer amor ao cheiro das falésias,
te ver e querer na noite te amar
sem nem mentir coisas sérias.
Vou citar um poema lunar, baby!
Eu vou rezar para a noite chegar,
chegar e provar teu sexo no Luar!





Nenhum comentário:

Postar um comentário